Era o cenário mais provável face ao reforço das medidas de coação a poucos meses do final da investigação, mas pode dizer-se agora que será uma certeza no final da investigação: os procuradores Carlos Casimiro e Hugo Neto vão acusar formalmente António Mexia (presidente da holding da EDP) e João Manso Neto (presidente da EDP Renováveis) de quatro crimes de corrupção ativa e um de participação económica em negócio e João Conceição (administrador executivo da REN) de dois crimes de corrupção passiva.

Isso mesmo foi assumido pelos magistrados responsáveis pela investigação do caso EDP no despacho de promoção do reforço das medidas de coação, nomeadamente no contexto da suspensão de funções dos gestores da EDP e da REN proposta ao juiz Carlos Alexandre.

António Mexia e João Manso Neto suspeitos de terem prejudicado a EDP

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