Patrão dentro, dia de alvoroço na loja. Antes de entrar na redação do Observador, Pedro Soares dos Santos visitou a loja do Pingo Doce, que fica na mesma rua (João Saraiva, em Lisboa). O presidente-executivo garante que frequenta muito as lojas e defende que, quando deixar de o fazer, isso significa que está na hora de “ir embora”. É na loja que se reflete “tudo o que fazemos, todas as decisões que tomamos, todos os negócios que perspetivamos”.

Nessas visitas, tem fama de ser muito atento aos detalhes — que é como quem diz, às pequenas falhas. Tanto que a gerente da loja na rua João Saraiva não olhou a meios para garantir que tudo estava (milimetricamente) em ordem. E estava. Pedro Soares dos Santos, que se movia com o apoio de canadianas (resultado de uma queda que lhe está, nesta fase, a roubar três horas diárias em fisioterapia), percorreu os corredores da loja e deixou que o fotógrafo fizesse o seu trabalho. No final, à saída, voltou atrás quando se apercebeu que se tinha esquecido de se despedir da gerente da loja. E ainda lhe perguntou: “como estão a correr as douradas da Madeira?” (mais adiante o leitor vai perceber).

[Veja aqui o vídeo completo da entrevista a Pedro Soares dos Santos na Rádio Observador]

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