Enquanto dormia… |
… Antecipávamos o papel de André Ventura na CPI a Luís Neves. A comissão de inquérito toma posse esta quarta-feira e, numa mudança de lugares, o líder do Chega optou por abdicar das perguntas diretas ao antigo diretor da PJ (é esse o período da carreira do atual MAI que estará sob escrutínio) para assegurar a coordenação dos trabalhos. A opção, como explica a jornalista Inês André Figueiredo, pode ser surpreendente, não é fruto do acaso: Ventura quer aparecer como a garantia de que os “interesses instalados” não entram na Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves. Vamos acompanhar os principais momentos da primeira sessão (e também a tomada de posse da CPI aos exames nacionais), num dia em que a atualidade política passará ainda pelo anúncio do Governo do vencedor da privatização da TAP. |
Ao mesmo tempo, o Irão prepara-se para a guerra total com os EUA. O jornalista José Carlos Duarte conta como o país está vive duas realidades aparentemente paradoxais: por um lado, no plano militar há uma aparente acalmia e a situação está neste momento congelada (porque no início de novembro há eleições intercalares nos Estados Unidos e antes disso não se prevêem ações significativas no terreno); por outro lado, um olhar mais atento nota o pulsar em Teerão, que está a usar esta espécie de moratória para se reforçar internamente, para se rearmar e preparar uma muito previsível ofensiva de grande escala. |
As críticas de Ferro Rodrigues serviram de mote para o Observador perceber o que a esquerda pensa sobre António José Seguro. O Presidente da República foi criticado abertamente pelo antigo secretário-geral do PS, que vê sobretudo inação do Chefe de Estado nos primeiros meses em Belém — e as críticas estendem-se a outras figuras do PS, mas também do Bloco de Esquerda e do PCP. Após seis meses em funções, Seguro viu esgotar-se o seu estado de graça, resume o editor de Política, Rui Pedro Antunes. |
E se pudesse participar na “Caça ao Estripador de Lisboa”? Já estão à venda os bilhetes para o espectáculo imersivo criado a partir do Podcast Plus do Observador com o mesmo nome. O guião original da jornalista Tânia Pereirinha foi adaptado a um espetáculo que permite mergulhar na investigação ao assassino em série que aterrorizou Lisboa nos anos 90. A peça, coproduzida pelo Observador e pela agência Kilt, é uma criação do ator e encenador Simão Biernat e estreia-se a 28 de outubro. Estará em cena todas as quintas, sextas e sábados até ao final do ano. Pode comprar o seu bilhete aqui. |
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Boa quarta-feira. |