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As eleições presidenciais estão à porta. Junho está aí, com temas importantes como a decisão do conselho europeu sobre o fundo de recuperação, o orçamento retificativo (e não “suplementar”, porque não adiciona nada, retifica) e as muitas medidas necessárias para relançar a economia e acudir aos mais necessitados. Em Julho teremos a nomeação do governador do Banco de Portugal e antes disso a pequena, mas determinante, remodelação governamental (apenas nas finanças?) com a saída de Mário Centeno. Depois entramos na silly season, que só não o será completamente porque este verão vai ser singular, com tentativas de autorregulação nas praias, de que não há memória e nunca antes experimentada. A rentrée trará dois  acontecimentos importantes — a discussão de um muito difícil orçamento do Estado 2021 e as eleições dos Açores — depois dos quais está-se em vésperas de eleições.

Marcelo Rebelo de Sousa, será o sucessor de si próprio faltando apenas saber com que margem ganhará estas eleições. Pode parecer, pois, que se trata de umas eleições irrelevantes. Nada de mais errado. Quer as candidaturas que se apresentarem, quer o resultado dessas eleições, determinarão a forma de exercício do poder presidencial, e a relação de forças políticas, na próxima legislatura.

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