Paulo Trigo Pereira

Colunista

Sou professor catedrático do ISEG (Universidade de Lisboa) e presidente do conselho científico do Institute of Public Policy TJ-CS. De 1982 a 2015 dediquei-me ao ensino e investigação nas áreas de finanças públicas, economia das Instituições e sistema político. Dos cinco livros que escrevi Portugal: Dívida Pública e Défice Democrático, premiado, foi o mais pequeno, o mais difícil, mas o que me deu maior prazer. Coordenei vários projetos da sociedade civil sobre transparência orçamental em Portugal e escrevi regularmente no jornal Público (2011-15). Desde Outubro 2015 sou deputado à Assembleia da República, eleito como independente nas listas do Partido Socialista.

Artigos publicados

Assembleia Da República

Mais controlo político ou mais acção legislativa? /premium

Duvido de uma revisão séria do regimento que aumente a justiça e a eficácia do trabalho parlamentar, diminuindo os soundbytes e reforçando a ação legislativa, mas ao menos resolvam-se certas injustiças
Assembleia Da República

Responsabilidade do PS, o poder dos novos partidos /premium

Os partidos tradicionais, cada um isoladamente, têm algum poder na aprovação de legislação. Os novos pequenos partidos têm muito pouco poder pois em raras situações serão cruciais em caso de votações.
Novo Governo

O óbito da geringonça e como Costa testa os seus /premium

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Este é o maior governo da nossa democracia. É também, porventura, o que tem mais juristas como ministros. Nenhuma destas características é muito recomendável. Mas esperemos que tenha visão e ambição!
Legislativas 2019

Os Valores e a Responsabilidade do Voto /premium

Ficou bem demonstrado nesta legislatura que o comportamento mais ou menos ético de cada deputado afecta a imagem de toda a instituição. Os eleitos devem justificar a confiança de quem lhes deu o voto.
Eleições Legislativas

O que podemos esperar da próxima legislatura? /premium

Os programas partidários deveriam quantificar mais as suas propostas para se tornarem credíveis. Não o fazendo está-se no domínio das boas intenções e da fé. Mas o inferno está cheio de boas intenções
Eleições

Para onde vai o sistema partidário? /premium

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Os velhos partidos só mudarão, e bem precisam, se se sentirem ameaçados. Os novos partidos são assim bem-vindos à competição política desde que inovem e respondam aos anseios dos portugueses.
Crise económica

As guerras comerciais e a crise que se aproxima /premium

A única vantagem desta crise é que nas guerras comerciais todos perdem, o que é um limite para o seu agravamento. A Europa é cada vez mais necessária, mas está à procura do seu caminho.
Lei Eleitoral

Deputados e Círculos Eleitorais: Louçã contra BE? /premium

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A reforma do sistema eleitoral pode aumentar a proporcionalidade, a justiça eleitoral e a personalização do voto. Cabe perguntar: está Louçã contra o BE? Quem teme o voto personalizado dos cidadãos?
Eleições

O PS merece ganhar, mas não ter maioria absoluta /premium

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Maioria absoluta, sem estratégias políticas claras e assumidas, só poderia levar aos erros e problemas do passado das várias maiorias absolutas e a tiques autoritários na governação e na legislação.
Estado da Nação

O Estado Psicológico da Nação /premium

O estado psicológico do país é função, em grande medida, de como cada um ajusta, ou não, as suas aspirações à realidade do país que, estando inequivocamente melhor, defronta ainda importantes desafios
Serviço Nacional de Saúde

O desafio essencial do SNS  /premium

Tem faltado ao PS consistência estratégica e táctica com a sua posição doutrinária, começando por falar à esquerda, depois à direita e neste final de semana novamente à esquerda.
Finanças Públicas

Como evitar um 4º resgate? /premium

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Portugal necessita de mais doze anos (três legislaturas completas) de crescimento económico e de finanças públicas quase equilibradas para sair da zona de risco financeiro em que ainda se encontra.
Eleições Europeias

Narrativas pós-eleitorais: Costa, pequenos e PAN /premium

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A viabilidade da “geringonça” para a próxima legislatura depende da capacidade, ou não, de haver uma agenda programática comum nacional consistente e de esta se manter separada da agenda europeia.
Eleições Europeias

Eleições Europeias: como votar e que esperar delas /premium

O futuro da Europa dependerá da nova composição do parlamento europeu, dos escolhidos para Presidente da Comissão e do BCE, e da audácia e engenho dos líderes em reformar a União Económica e Monetária
Governo

Rui Rio na foto com Mário Nogueira? Nem pensar! /premium

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Quem vai ter mesmo de mudar de sentido de voto é PSD e CDS a menos que queiram ver transferidos votos massivamente da sua base social de apoio para a Aliança, Iniciativas Liberais e quejandos.
Plano Nacional de Reformas

Ser realista e coerente nas opções de futuro /premium

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No mínimo, o Governo deveria ter simulado o impacto de uma atualização salarial da função pública. Ou será que considera que na próxima legislatura é admissível que não haja atualização remuneratória?
Brexit

Brexit, o Reino Desunido e a União Europeia /premium

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Uma saída sem acordo é improvável pois semelhante à da saída da zona euro de um país. São decisões com consequências imediatas negativas de uma magnitude inimaginável, que políticos no ativo não tomam
Deputados

O Bloco Central da Transparência (I) /premium

Mais grave são as regras sobre hospitalidades (viagens, refeições, hotéis). Os buracos na lei são tantos que se trata de um passador, pois tudo pode ser aceite e nada será obrigatoriamente registado.
Direitos LGBTI

Autonomia das Escolas e Direitos Humanos (LGBTI) /premium

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Estes jovens estão nas escolas que têm de ser lugares seguros, inclusivos e de respeito pela diversidade das estruturas familiares de cada um e das diferentes identidades. Há muito trabalho por fazer.
Democracia

Quem tem medo dos cidadãos? /premium

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Portugal é, no contexto europeu, dos países mais fechados à participação política dos cidadãos. Desde logo no sistema eleitoral é dos raros países onde não existe voto personalizado em candidatos.
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