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Paulo Trigo Pereira

Colunista

Sou professor catedrático do ISEG (Universidade de Lisboa) e presidente do conselho científico do Institute of Public Policy TJ-CS. De 1982 a 2015 dediquei-me ao ensino e investigação nas áreas de finanças públicas, economia das Instituições e sistema político. Dos cinco livros que escrevi Portugal: Dívida Pública e Défice Democrático, premiado, foi o mais pequeno, o mais difícil, mas o que me deu maior prazer. Coordenei vários projetos da sociedade civil sobre transparência orçamental em Portugal e escrevi regularmente no jornal Público (2011-15). Na XIII legislatura (2015-2019), exerci a função de deputado à Assembleia da República. Eleito como independente nas listas do Partido Socialista, acabei exercendo o mandato como deputado formalmente independente (não inscrito). Regressei depois à vida académica (ISEG)

Artigos publicados

Orçamento do Estado

OE2020: Um guia para o que se vai seguir /premium

Sem acordos há mais imprevisibilidade nas votações. O PS aprovará a maioria das suas propostas, mas haverá propostas da esquerda em que será derrotado. Esperemos que por coligações positivas e não negativas
Política

Quem deve suceder a Costa e a Rio? /premium

O aumento da fragmentação parlamentar diminui o tempo que resta para a realização de necessários compromissos de regime pelo que Costa e Rio são, por agora, os melhores sucessores de si próprios.
Reino Unido

Dois referendos moldaram o futuro do Reino Unido /premium

Avance-se pois, capitalize-se o facto de deixar de haver uma força de bloqueio em relação a maior integração europeia, mas haja a humildade de perceber que algumas críticas do Reino Unido são válidas.
Orçamento do Estado

Baixa da Eletricidade? É necessária e é possível /premium

152
Em termos absolutos Portugal está no grupo da eletricidade mais cara da UE28, ocupa a 8ª posição, mas se considerarmos as paridades de poder de compra de cada país está na 4ª posição, dados Eurostat.
Assembleia Da República

Mais controlo político ou mais acção legislativa? /premium

Duvido de uma revisão séria do regimento que aumente a justiça e a eficácia do trabalho parlamentar, diminuindo os soundbytes e reforçando a ação legislativa, mas ao menos resolvam-se certas injustiças
Assembleia Da República

Responsabilidade do PS, o poder dos novos partidos /premium

Os partidos tradicionais, cada um isoladamente, têm algum poder na aprovação de legislação. Os novos pequenos partidos têm muito pouco poder pois em raras situações serão cruciais em caso de votações.
Novo Governo

O óbito da geringonça e como Costa testa os seus /premium

135
Este é o maior governo da nossa democracia. É também, porventura, o que tem mais juristas como ministros. Nenhuma destas características é muito recomendável. Mas esperemos que tenha visão e ambição!
Legislativas 2019

Os Valores e a Responsabilidade do Voto /premium

Ficou bem demonstrado nesta legislatura que o comportamento mais ou menos ético de cada deputado afecta a imagem de toda a instituição. Os eleitos devem justificar a confiança de quem lhes deu o voto.
Eleições Legislativas

O que podemos esperar da próxima legislatura? /premium

Os programas partidários deveriam quantificar mais as suas propostas para se tornarem credíveis. Não o fazendo está-se no domínio das boas intenções e da fé. Mas o inferno está cheio de boas intenções
Eleições

Para onde vai o sistema partidário? /premium

105
Os velhos partidos só mudarão, e bem precisam, se se sentirem ameaçados. Os novos partidos são assim bem-vindos à competição política desde que inovem e respondam aos anseios dos portugueses.
Crise económica

As guerras comerciais e a crise que se aproxima /premium

A única vantagem desta crise é que nas guerras comerciais todos perdem, o que é um limite para o seu agravamento. A Europa é cada vez mais necessária, mas está à procura do seu caminho.
Lei Eleitoral

Deputados e Círculos Eleitorais: Louçã contra BE? /premium

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A reforma do sistema eleitoral pode aumentar a proporcionalidade, a justiça eleitoral e a personalização do voto. Cabe perguntar: está Louçã contra o BE? Quem teme o voto personalizado dos cidadãos?
Eleições

O PS merece ganhar, mas não ter maioria absoluta /premium

513
Maioria absoluta, sem estratégias políticas claras e assumidas, só poderia levar aos erros e problemas do passado das várias maiorias absolutas e a tiques autoritários na governação e na legislação.
Estado da Nação

O Estado Psicológico da Nação /premium

O estado psicológico do país é função, em grande medida, de como cada um ajusta, ou não, as suas aspirações à realidade do país que, estando inequivocamente melhor, defronta ainda importantes desafios
Serviço Nacional de Saúde

O desafio essencial do SNS  /premium

Tem faltado ao PS consistência estratégica e táctica com a sua posição doutrinária, começando por falar à esquerda, depois à direita e neste final de semana novamente à esquerda.
Finanças Públicas

Como evitar um 4º resgate? /premium

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Portugal necessita de mais doze anos (três legislaturas completas) de crescimento económico e de finanças públicas quase equilibradas para sair da zona de risco financeiro em que ainda se encontra.
Eleições Europeias

Narrativas pós-eleitorais: Costa, pequenos e PAN /premium

545
A viabilidade da “geringonça” para a próxima legislatura depende da capacidade, ou não, de haver uma agenda programática comum nacional consistente e de esta se manter separada da agenda europeia.
Eleições Europeias

Eleições Europeias: como votar e que esperar delas /premium

O futuro da Europa dependerá da nova composição do parlamento europeu, dos escolhidos para Presidente da Comissão e do BCE, e da audácia e engenho dos líderes em reformar a União Económica e Monetária
Governo

Rui Rio na foto com Mário Nogueira? Nem pensar! /premium

325
Quem vai ter mesmo de mudar de sentido de voto é PSD e CDS a menos que queiram ver transferidos votos massivamente da sua base social de apoio para a Aliança, Iniciativas Liberais e quejandos.
Plano Nacional de Reformas

Ser realista e coerente nas opções de futuro /premium

204
No mínimo, o Governo deveria ter simulado o impacto de uma atualização salarial da função pública. Ou será que considera que na próxima legislatura é admissível que não haja atualização remuneratória?
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