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Andam a classe académico-mediática e parte da classe política muito preocupadas com a “democracia iliberal” – na Hungria, na Polónia, nos Estados Unidos de Trump, no Brasil de Bolsonaro e até no Reino Unido de Boris Johnson, entre outros locais do globo, aparentemente infectados pelo novo vírus.

E como toda a “democracia iliberal” é de direita, ou melhor, de extrema-direita (ou assim o diz um coro de cidadãos vigilantes das mais diversas mas sempre democráticas proveniências), a “direita-moderada” tende a pôr máscara que a esquerda vivamente aconselha aos grupos de risco. E faz-se também vigilante; atentíssima aos virais desvios iliberais ou às ameaçadoras derivas antidemocráticas que lhe chegam sempre e só da direita.

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