Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Há uns versos de Alexandre O’Neill que, por estes dias de morte e esboroamento do país, me vêm muitas vezes ao espírito:

Prontifica-se
a fazer,
mas fica-se
no dizer.

Pronto! Fica-se…
Que se lhe
há-de
fazer?

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.