Paulo Tunhas

Colunista

paulotunhas@observador.pt

Nasci a 18 de Maio de 1960. Licenciei-me em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e doutorei-me, também em Filosofia, pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. Sou professor no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador no Instituto de Filosofia da mesma Universidade. Publiquei, entre outros livros, Impasses, ver mais... seguido de Coisas vistas, coisas ouvidas, em colaboração com Fernando Gil e Danièle Cohn (Europa-América), O Essencial sobre Fernando Gil (Imprensa Nacional/Casa da Moeda), O pensamento e os seus objectos. Maneiras de pensar e sistemas filosóficos (Edições da Universidade do Porto) e As questões que se repetem. Uma breve história da filosofia, em colaboração com Alexandra Abranches (D. Quixote). Na imprensa, colaborei regularmente, entre outros lugares, na revista Atlântico (2005-2008) e no jornal i (2009-2010).

Crónica

Levá-los a sério? /premium

Paulo Tunhas

Até que ponto vale a pena levar as coisas a sério quando tudo parece uma farsa generalizada em que a classe política parece sobretudo interessada em não nos fazer o favor de se preocupar connosco?

PSD

São brancos, que se entendam /premium

Paulo Tunhas

Ninguém percebe qual é a partitura do PSD e qual a sinfonia que Rio ou Montenegro vão tocar, algo imprescindível para uma pessoa decidir se vai ou não ao concerto. Pode ser tudo e mais alguma coisa.

Crónica

O ano 2019 /premium

Paulo Tunhas

Vamos, pois, continuar a imaginar as mesmas coisas, mesmo que em perfeito divórcio da realidade. Não dá trabalho e não traz chatices. O resto é pouco importante. 2019 vai ser a cara chapada de 2018.

António Costa

Descrição do caos /premium

Paulo Tunhas

Costa paira sobre tudo a uma altura em que não arrisca visão de detalhe algum. Enquanto isso manda os seus ministros da Saúde, os pobres, prometerem o que sabem não poder cumprir. No meio ficamos nós.

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Governo

Sentido e tradição /premium

Paulo Tunhas

À pala das “cativações” de Centeno, greves e demissões sucedem-se quase diariamente. Em poucos dias, a nova ministra da Saúde já anda a fazer as mesmas tristes figuras a que nos habituámos no anterior

Crónica

A cura pelo visível /premium

Paulo Tunhas

De qualquer maneira, tudo tem um lado bom. O “como é que se entretém?” da enfermeira Daniela promete uma resposta fácil para os dias vindouros de futuros entretenimentos: com formas, só com formas.

Crónica

As aventuras da coerência /premium

Paulo Tunhas

Até certa altura pensei que a chamada “esquerda” era depositária da tradição de liberdade e garantia da democracia. Mas uma observação das suas reacções políticas mostra algo diferente e inquietante.

Crónica

Os idiotas polivalentes /premium

Paulo Tunhas

A sociedade, para o idiota polivalente, é uma superfície lisa onde todas as diferenças não apenas são artificiais (como, em certa medida, de facto o são), mas também elimináveis da primeira à última.

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