País

Totoloto e Euromilhões dão mais 320 mil euros a vítimas de violência doméstica

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320 mil euros disponibilizados para apoiar mulheres e crianças que têm de sair de casa por serem vítimas de violência por parte dos companheiros. E para a reintegração social após o acolhimento.

Em 2013 os jogos sociais renderam um milhão de euros para as vítimas

MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Em 2013, os jogos sociais como o Euromilhões e o Totoloto ajudaram com um milhão de euros as vítimas de violência doméstica. Esta sexta-feira o Governo liberta mais 320 mil euros provenientes dos jogos e destinados a apoiar e a reinserir mulheres e crianças, que procuram uma vida nova depois de terem sido alvo de agressões por parte dos companheiros.

O valor é destinado a núcleos de atendimento e a casas de abrigo para vítimas de violência doméstica de todo o País. E deverá ser ser aplicado na proteção e na reinserção social destas vítimas, refere o comunicado da secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade. É a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género quem controla a aplicação do dinheiro.

A cerimónia que assinala a entrega desta subvenção está marcada para esta sexta-feira e será presidida pela secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais. A “Carta de Compromisso”, que estabelece os valores e o seu destino, será assinada por 17 entidades que integram a rede nacional de apoio e proteção a vítimas de violência doméstica. São três Núcleos de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica (NAV) e 14 entidades Gestoras das Casas de Abrigo de norte a sul do país e das Regiões Autónomas.

Estas entidades prestam “o apoio social, jurídico, psicológico e do desenvolvimento de ações de informação e formação a nível local, junto de públicos estratégicos, bem como do acolhimento de emergência de mulheres vítimas de violência doméstica e dos seus filhos/as menores e a melhoria das condições de habitabilidade e de conforto das Casas de Abrigo”, diz o comunicado.

Dos 320 mil euros, 172 mil euros destinam-se a financiar o processo de autonomização das vítimas, no momento em que deixam as casas de acolhimento e que passam a viver em casas próprias, longe dos seus agressores.

 

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