“Brinquedo” novo? As melhores 21 apps para iPhone e Android que vai querer instalar /premium

25 Dezembro 2018239

Recebeu (ou deu a si próprio) um dispositivo móvel como prenda de Natal? Um smartphone? Ou ou tablet? Conheça a nova edição das 21 aplicações sugeridas pelo Observador.

Como já é tradição no Observador, em cada final de ano, preparamos uma lista de algumas das melhores apps móveis do ano — que, acreditamos, irá querer instalar no seu dispositivo móvel iOS ou Android (os mais utilizados em Portugal). Todas as apps foram devidamente testadas por nós. Algumas são mais conhecidas, outras menos, algumas são gratuitas, outras pagas mas merecedoras do investimento. São apps que o ajudam a ser criativo, a organizar o seu dia a dia e a divertir-se sozinho ou com quem mais gosta de estar. São também aplicações que querem ajudá-lo a comunicar com quem lhe é próximo. Porque nem sempre estamos juntos. Nem sempre é Natal.

Brinquedo novo? 21 apps que vai querer instalar” é um clássico do Observador na época festiva. Conheça a lista deste ano e partilhe-a com os seus familiares e amigos (e não deixe de consultar a lista de 2017 e dos anos anteriores, caso não tenha visto na altura, com o cuidado de alguns dados poderem ter sido, entretanto, atualizados).

A app que quer ser a Amazon da banca (e já é um banco)

O sucesso inicial do Revolut surgiu por ser uma app capaz de poupar dinheiro a quem viajava muito e, portanto, estava constantemente a pagar comissões pela conversão de moedas. O fundador, um britânico de ascendência russa chamado Nikolay Storonsky, teve a ideia de criar uma app que funciona como um pré-pago carregável através de uma conta convencional e que depois permite “saltar” de euros para dólares, para libras, para francos suíços (a app suporta mais de 140 divisas) em segundos e sem custos. No início, disseram-lhe que não era possível, mas Nikolay já conseguiu provar o contrário.

A popularidade cresceu de forma quase viral, tornando a Revolut numa das fintech mais bem sucedidas do mundo – hoje com perto de 3 milhões de clientes e uma oferta cada vez mais variada de serviços financeiros, para uma geração que, como diz Paulo Macedo, o presidente da Caixa Geral de Depósitos, “prefere ir ao dentista do que ir ao banco“. Nesta reta final de ano, o Revolut deu, porém, o passo essencial para que possa revolucionar o setor financeiro como a Amazon revolucionou o retalho: obteve uma licença bancária que lhe vai permitir oferecer muito mais serviços aos utilizadores, como receber depósitos e conceder crédito (leia mais aqui).

Os portugueses estão cada vez mais habituados a gerir as finanças através dos smartphones, algo que se comprova pelo investimento dos bancos nas suas apps e pelo sucesso de aplicações como o MBWay. Por isso, conheça o Revolut e avalie se faz sentido para as suas necessidades.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita

O melhor browser para proteger a sua privacidade na Internet

Até os mais complacentes terão percebido, em 2018, que a privacidade na navegação na Internet deve ser uma prioridade. E um dos cuidados mais essenciais a ter é evitar que os sites coloquem, nos nossos dispositivos, mecanismos capazes de criar um rastro da nossa atividade online. Para conseguir isso, é recomendável ativar no browser a opção de navegação em modo “incógnito”, mas a Mozilla decidiu criar uma versão do Firefox na qual “surfar” a Internet de forma mais cuidadosa não é uma opção — é a única forma de o fazer.

O Firefox Focus não esconde o nosso endereço I.P. mas toma, automaticamente, uma série de outras medidas de proteção, como a exclusão dos cookies e dos anúncios publicitários indesejados. Além disso, o nosso histórico de navegação é automaticamente apagado cada vez que fechamos a app, não sendo necessário fazer nada para eliminar qualquer rasto no nosso dispositivo sobre os sites que visitámos. A Mozilla, criadora do Firefox, é uma entidade sem fins lucrativos que luta pela proteção dos direitos e da liberdade na Internet.

Disponível emAndroid e iOS

Custo: Gratuita

Uma avaliação para a proteção de privacidade

O Firefox Focus pode ser o melhor a proteger a privacidade, mas há outros que também o fazem e querem acabar com o monopólio da Google nos motores de pesquisa. Entra em cena o DuckDuckGo Privacy Browser. É muito semelhante ao Focus e ainda dá uma nota a cada site que visita para ficar a saber o quão correto é a proteger a sua privacidade (de A a F).

Se o instalar juntamente com o Firefox Focus, pode escolher apenas um, mas fica a dica em relação ao DuckDuckGo: também tem um motor de pesquisa próprio da empresa que quer acabar com o verbo “googlar”. A Google pode ter feito 20 anos em 2018, mas em relação à privacidade, foi um ano marcado pela desconfiança, que leva empresas como a DuckDuckGo a ganharem terreno.

Disponível em: AndroidiOS

Custo: Gratuita

“Que monumento é este? Não sei, aponta a câmara”

A realidade aumentada já é mais do que real e está em (quase) todos os smartphones. Prova disso é o Google Lens. O que faz? É como uma pesquisa no Google para o que vê. Imagine que está numa viagem de férias e quer saber o que está a ver. Com esta app, basta apontar a câmara para um monumento, quadro ou rua e esta aplicação, devido à tecnologia de reconhecimento de imagem, diz-lhe no visor do ecrã o que quer saber.

Para já, está apenas disponível para equipamentos com o sistema operativo Android, e não funciona em todos. Contudo, com a aplicação a ficar disponível na Google Store desde junho, é muito possível que o novo equipamento que pode ter seja o suficiente para utilizar esta app.

Disponível emAndroid

Custo: Gratuita

Os motoristas privados das apps já são legais, e há concorrência

A Uber entrou em Portugal e concorria com os táxis. Foi preciso chegar a 2018 para, finalmente, o ‘vazio legal’ em que operava estar regulado com a lei das TVDE. Agora, há mais concorrentes. Em 2018 entraram no mercado português mais aplicações que permitem chamar um motorista para ir onde quer. Exemplo disso é a francesa Chauffer Privé. Com descontos constantes e um serviço praticamente idêntico ao da Uber, é atualmente uma app de referência para viagens.

A Chaffeur Privé e a Uber não são as únicas que em 2018 mostram um mercado cada vez mais competitivo para os motoristas que trabalham com e para estas plataformas. Em 2018, a Taxify também entrou em Portugal e, apesar de ter tido um início turbulento com poucos motoristas e elevados tempo de espera, mostra que já não é só a Cabify que tenta ganhar terreno à Uber em Portugal. Prefere manter as suas viagens dentro de um táxi? A MyTaxi é a app para isso.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (mas é preciso pagar cada viagem)

Já nem é preciso capacete para andar nestas trotinetes

Sim, são caras em comparação com outras formas de transporte (1 euros base mais 15 cêntimos por minuto), mas as trotinetes elétricas da Lime, que começaram a aparecer em Lisboa em setembro, mostram que a mobilidade urbana está a mudar. Basta instalar a app, carregar o saldo, apontar a câmara para a trotinete que está na rua (muitas vezes em sítios questionáveis) e, depois, dar ao pé duas vezes e ir ao sabor do vento (e do motor elétrico) para onde quer.

Além das Lime, também é possível alugar as trotinetes elétricas da Hive, que pertence à MyTaxi. Os preços e a forma de começar a andar com uma é idêntica às da Lime. Só não se esqueça: atenção à segurança. Mesmo com a não obrigatoriedade de usar capacetes, há limites de idade e o bom senso continua a ser importante, nem que seja para um passeio à beira rio.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (um euro base o aluguer de qualquer trotinete, mais 15 cêntimos por minuto)

Um dos melhores editores de fotografia para smartphone

Dizer que o mercado de apps de edição de fotografia está amadurecido é um eufemismo — alguns podem achar que está, na realidade, saturado. Cada nova app que surge já não tem a mesma capacidade de inovação incremental que existia antes e, por outro lado, as aplicações nativas de fotografia que vêm com o smartphone trazem cada vez mais truques que satisfazem a maior parte dos utilizadores.

Isto faz com que, nesta fase, as únicas apps com algum valor acrescentado sejam as que são pagas, no momento do download ou com subscrições mensais). A mais interessante que experimentamos é a VSCO já tem alguns anos (embora, claro, seja regularmente atualizada), mas traz um conjunto de efeitos que valem a pena para os fanáticos da fotografia com smartphone.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Versão de teste gratuita por 7 dias (1,79 por mês para versão premium)

Já não se entregam apenas pizzas em casa

No final de 2017, muito devido à chegada da UberEats a Portugal, as apps de entrega de comida passaram a ser uma realidade. Inicialmente, estavam apenas em algumas zonas de Lisboa. Durante 2018, chegaram a mais cidades, como Braga e Coimbra, e às periferias dos centros urbanos do Porto e de Lisboa. Agora, este mercado de apps de entrega de comida que tem como os principais concorrentes o UberEats e o Glovo, leva a casa desde McDonald’s a KFC (e também comida saudável).

A app UberEats, apesar de continuar a ter problemas com algumas entregas (principalmente com tempos de espera), continua a manter uma taxa fixa de 2,90 euros por entrega (mais o custo da refeição) e tem a interface mais simples de utilizar. A app Glovo, que tem como base uma taxa mais barata de 1,90 euros, vai mais longe nas entregas e, além de entregar comida, também permite utilizar serviço de estafeta para entrega de documentos ou outras coisas que precise que lhe levem. Tanto uma como outra são bastante úteis se vive numa das áreas em que operam.

Disponível emAndroid e iOS

Custo: Gratuita (mas tem de pagar a comida que recebe)

O jogo “casual” que mais pessoas instalaram em 2018

334 milhões de downloads, segundo dados da Apptopia. O número de pessoas que instalaram o Helix Jump em 2018 impressiona, mas quando se experimenta o jogo percebe-se porque é que tanta gente já se viciou neste “casual mobile game“.

O conceito é muito simples: temos de ajudar uma bola saltitona a chegar até ao fundo de uma torre labiríntica. Para isso, temos de rodar a torre e ajudar a bola a encontrar as falhas nas plataformas, para pode continuar a cair, evitando que a bola toque nas zonas “proibidas” das sucessivas plataformas.

Disponível emAndroid e iOS

Custo: Gratuita (3,49 euros para eliminar os anúncios no iOS e 3,09 euros no Android)

Matei-te. Vou dançar em cima do teu cadáver

100 jogadores são lançados numa ilha, em simultâneo. Objetivo: sobreviver. Esta é a premissa do Fornite Battle Royale, um dos videojogos mais jogados em todo o mundo. Foi lançado em 2017, mas 2018 foi o ano deste sucesso — que até já foi acusado de acabar com casamentos. Está disponível gratuitamente para quase todas as plataformas de videojogos e, agora, também para smartphones.

Se tiver um iPhone ou iPad não vai ter problemas em jogar e instalar este jogo partir da AppStore. Se for um dispositivo com sistema operativo Android, a Epic Games, que fez o jogo, exige que faça o download do site, num ato de guerra contra a Google e a comissão que exige em microtransações (a forma como jogo se financia ao ser permitido comprar roupas para a personagem que se escolhe). Só um apelo: não faça na vida real as danças que as personagens fazem no jogo, ou pode tornar-se num meme, como o comediante Trevor Noah.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (compras dentro do jogo para comprar novos equipamentos para o avatar)

A app mais recomendada para proteger a segurança dos filhos

A FamiSafe é uma das apps mais completas e funcionais para quem quer controlar a utilização que os filhos fazem dos smartphones, permitindo não só monitorizar (e limitar) o tempo de uso e as apps utilizadas mas, também, tirar partido do GPS embutido no telemóvel para saber onde os miúdos andam, em tempo real ou como histórico (sendo sabido que a última coisa da qual a maioria dos jovens aceitar separar-se é do seu smartphone).

É feita uma instalação no telemóvel de um dos pais e, depois, outra, no dispositivo do filho. A partir desse momento, é possível controlar tudo o que é feito no telemóvel — podemos, até, bloqueá-lo a certas horas (como a hora de dormir ou de estudar). A funcionalidade mais interessante, porém, é a GeoFences, na qual se cria uma “zona de segurança” com uma determinada extensão (como o perímetro da escola ou de casa) e o pai recebe um alerta no seu telemóvel caso o filho abandone aquela área com o smartphone no bolso.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Versão para teste gratuita para três dias (9,99 euros de subscrição mensal)

Para as crianças que querem ver vídeos como os crescidos

“Posso ver vídeo do YouTube no teu telemóvel?”. Quem tem filhos é muito provável que oiça este pedido várias vezes. A plataforma de vídeos continua a ser a que tem maior sucesso na Internet. Lá, pode encontrar-se de tudo com relativamente pouca censura (pelo menos até o artigo 13 ser aprovado). Exatamente por isso, é um risco deixar uma criança sozinha a brincar com a aplicação. Entra o YouTube Kids.

A app foi lançada em 2016 no Estados Unidos da América, mas só ficou disponível para Portugal este ano. Desenhado a pensar nos mais novos e com filtros para impedir filmes com “linguagem e conteúdo impróprio”, o YouTube Kids é uma aposta da Google que permite aos pais estarem um pouco mais descansados com o que os filhos veem nos tablets e smartphones. Preocupado com o tempo que a criança gasta na app? A app tem um temporizador.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita

Sou parecido/a com a Mona Lisa?

O Google Arts and Culture não é uma app nova, mas está a ganhar cada vez mais funcionalidades. O que nasceu como um projeto da Google para permitir o acesso digital a obras de arte espalhadas por museus em todo o mundo, agora é bem mais do que isso.

Esta app ganhou em 2018 funcionalidades como uma câmara de reconhecimento facial para descobrir que pintura famosa tem alguém igual a si ou exposições em realidade aumentada para poder conhecer de mais perto as obras de arte. Agora, é cada vez mais obrigatória para qualquer pessoa que queira saber mais sobre Arte (e, se calhar, poupar idas ao museu).

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita

Há duas certezas na vida: morrer e pagar parquímetros

A EMEL pode ter a ePark para pagar o estacionamento nas ruas de Lisboa, mas a Via Verde tem apostado desde 2016 em tecnologia idêntica para outros municípios que não têm o mesmo sistema (e numa só app). A Via Verde Estacionar funciona no Porto, Gaia, Cascais, Oeiras, Loures, Figueira da Foz, Amadora, Portimão, Tavira, Vila Real e Bragança e quer resolver aquele problema muito comum: “não tenho moedas para pagar o parquímetro”.

Para a utilizar, é necessário criar uma conta, mas não se preocupe, mesmo que não tenha um identificador da Via Verde para portagens no carro pode utilizar esta app. Depois de ter a conta criada, quando estiver numa das zonas cobertas por este serviço, basta abrir a app e definir o tempo que quer utilizar. O serviço faz parte de uma iniciativa da empresa para facilitar o pagamento na mobilidade urbana. A Via Verde, além desta app, tem também a Via Verde Transportes para pagar os comboios na Fertagus e SulFertagus (mas atenção, esta última app, ao contrário da Via Verde Estacionar, é criticada pelos utilizadores por ter bastantes erros e não ser tão intuitiva e prática como a ‘irmã’ para o estacionamento).

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (mas tem de pagar quando estaciona)

Estar na Europa, mas ver sites como se estivesse nos Estados Unidos

Este ano passou a estar plenamente em vigor o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e, logo de seguida, houve publicações norte-americanas, como o Los Angeles Times e o Chicago Tribune, que, como ‘retaliação’, deixaram de estar acessíveis na União Europeia. Contudo, nada na Internet parece ser incontornável e para isso existem os VPN (uma ferramenta para disfarçar a localização de onde realmente se está a aceder a um site). Há vários gratuitos, mas o atual de referência é o Tunnel Bear VPN.

Estas ferramentas não só permitem salvaguardar a privacidade de um utilizador, como ajudam contornar medidas de bloqueio de localização (sim, é desta forma que se pode aceder ao Netflix dos Estados Unidos, por exemplo). O melhor, com o Tunnel Bear, ou outros concorrentes, como o VPN Hub ou o OpenVPN, mesmo na União Europeia, facilmente pode aceder às publicações que referimos como se estivesse noutro local.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (até 500 mb de utilização. Depois há subscrições pagas mensalmente, a partir de cerca de quatro euros por mês. Depois, pode utilizar a conta em qualquer dispositivo e browser)

“Queres uma régua? Toma o meu iPhone”

Já referimos as vantagens da realidade aumentada que, através das câmaras do smartphone, conhecem reconhecer objetos reais e adicionam informação digitalmente. Pode ser um termo complicado de perceber até se ver em ação e a melhor forma é com a app Fita Métrica para iOS.

Na prática, o que esta app faz é medir coisas. Basta apontar a câmara do iPhone e, carregando nos objetos que vê no ecrã, o sistema consegue medir distâncias, larguras e comprimentos. Tudo graças à realidade aumentada. Atualmente, a última versão do iOS instala automaticamente esta aplicação nos iPhone. Mesmo quando comparada com apps que fazem o mesmo para os Android, continua a ser mais fiável. Não a tem instalada ou desinstalou porque não percebeu para que servia? Dê-lhe outra hipótese, é quase tão útil como utilizar o flash como lanterna.

Disponível em: iOS (instala automaticamente com a última versão do iOS)

Custo: Gratuita

app que torna o Reddit mais fácil de utilizar

Para quem não conhece, o Reddit não é exatamente uma rede social, mas um site que funciona como um agregador de notícias e conteúdos vários e que, graças aos seus algoritmos de medição de popularidade, se compara à “primeira página da Internet”, como se a Internet fosse um jornal. O site é, provavelmente, o fórum mais rico e livre que existe na Internet, mas há muitas pessoas que acham o esquema de “message boards” em árvore confuso e difícil de navegar.

Daí, surgiu uma app chamada Apollo, criada por um antigo funcionário da Apple (Christian Selig) que quis tornar mais intuitiva e elegante a navegação nas páginas do Reddit. Para quem tiver dispositivos da Apple (iPhone ou iPad), esta app pode ser uma boa forma de entrar no mundo do Reddit com uma usabilidade melhor do que a original, capaz de afastar algumas pessoas. Se já utiliza a aplicação oficial do Reddit, experimente esta app e apostamos que nunca mais vai voltar à outra.

Disponível emiOS

Custo: Gratuita

A app que lhe paga sempre que sai à rua para caminhar ou correr

Bem, a Sweatcoin não lhe paga (mesmo) para fazer mais exercício físico no exterior. Pelo menos, isso ainda não acontece realmente — mas está no plano dos criadores da app.

A ideia, dizem, é mostrar que o exercício físico é algo que tem valor económico para a sociedade, pelos problema de saúde que pode ajudar a evitar. Ora, se fazer exercício tem valor económico, é uma questão de saber de que forma é que se pode dar incentivos (também económicos) para que as pessoas façam mais exercício.

Esta app, que usa o GPS e o contador de passos nativo, propõe-se a incentivar as pessoas dando-lhes uma espécie de criptomoeda chamada… sweatcoin (a moeda do suor) que possa, depois, ser trocada por bens ou serviços. Esta não é uma criptomoeda cotada nas principais bolsas de moedas digitais, mas será interessante acompanhar a evolução desta ideia para perceber se tem pernas para andar (e correr).

Disponível emAndroid e iOS

Custo: Gratuita

Uma password para proteger todas as passwords

Esta app foi já mencionada pelo Washigton Post como “a Apple do jogo de passwords”. Em entrevista ao Observador este ano, o fundador e presidente executivo da Dashlane, Emmanuel Schalit, referiu “há cada vez mais medidas de segurança em todos os sites”. Solução? A app da Dashlane.

Esta ferramenta, que concorre diretamente com o Last Pass e outros serviços da Google e da Apple para proteção de palavras-passe, patenteou um método para gerir tudo com uma só palavra-chave mestre que não é guardada em servidores. Vantagem? Tem uma palavra-passe para tudo e, como a empresa tem provado, só está mesmo na sua cabeça, mesmo que hackers consigam corromper os sistema se segurança da Daslane. Além de permitir guardar neste serviço todas as passwords que tem, para serviços que vão do Facebook à conta bancária, também pode guardar documentos encriptados.

Disponível em: Android e iOS

Custo: Gratuita (3,33 euros por mês para sincronizar mais do que um dispositivo e ter mais opções)

Para os (que querem ser) instagramers profissionais

O Facebook pode estar em declínio, mas a outra rede social da empresa, o Instagram, continua em crescimento. Contudo, como qualquer rede social, é preciso partilhar conteúdos constantemente no perfil pessoal. Há cada vez mais aplicações para gerir as redes sociais, mas a Unum é atualmente a que permite, mais facilmente, ver estatísticas de como é que uma publicação se comportou depois de partilhada e, melhor, agendar publicações, de fotografias a stories. Até o Instagram oferecer estas ferramentas, vale a pena experimentar para aumentar e manter o número de seguidores.

Disponível em: Android (ainda em versão de teste) e iOS (versão oficial final)

Custo: Gratuita (a partir de 100o uploads por mês, 4,99 euros mensalmente com acesso a mais ferramentas)

O Observador trabalha todos os dias para lhe fazer chegar as últimas notícias e as melhores análises e reportagens

Como também é tradição, terminamos esta lista sugerindo-lhe que, se ainda não o fez, faça o download da aplicação do Observador, que está permanentemente a ser melhorada. Trabalhamos todos os dias para lhe fazer chegar as últimas notícias (as mais importantes seguirão com alerta para o seu smartphone, se quiser) e também as melhores análises e reportagens sobre os mais variados temas. Faça a instalação e visite-nos sempre que quiser, sem prejuízo de nos seguir em redes sociais como o Facebook, o Instagram e o Twitter, partilhando com os seus amigos as suas peças favoritas. Boas Festas.

Disponível emAndroid e iOS

Custo: Gratuita

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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