Enquanto dormia… |
… publicávamos a “Última Chamada” dos candidatos presidenciais. O Observador desafiou os 8 principais concorrentes a Belém para a última conversa do dia. Já depois dos comícios, dos jantares, a caminho de casa ou do hotel, o que lhes passa pela cabeça? Esta é uma das mais exigentes campanhas de sempre, cujo resultado permanece muito incerto. Há quem tenha saudades da família, há quem traga a família para minimizar saudades. De que abdicam e o que fazem para recuperar as forças? As oito conversas podem ser lidas e ouvidas aqui. |
O tiquetaque de Marques Mendes para tentar um sonho, que se torna distante. Depois de anos de comentário televisivo, depois de anos de preparação, depois de anos a ser dado como o potencial sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, Marques Mendes tem 3 dias para inverter a tendência de queda e tentar virar o jogo. Um dos principais alvos mudou, é agora Cotrim Figueiredo. Qual é, afinal, a estratégia de Marques Mendes? |
Cotrim Figueiredo e a nova carta a Montenegro. O candidato enviou nova missiva ao presidente do PSD e primeiro-ministro. Cotrim Figueiredo pede-lhe que deixe cair o apoio a Marques Mendes para apostar na sua candidatura, a única, assim o entende, capaz de derrotar o candidato socialista António José Seguro ou o líder do Chega André Ventura. A carta a Montenegro pode ser lida aqui. |
Seguro não tem dívidas nem carro e tem 3 empresas. O Observador está a publicar uma série de trabalhos sobre as declarações de rendimentos dos candidatos presidenciais. O ex-secretário geral do PS saiu da política em 2014. Desde então, dividiu-se entre a docência universitária e investimentos como pequeno empresário no setor do turismo. Tem três casas em seu nome, como explicamos neste especial. |
Os tempos de espera nas urgências em 2025 diminuíram face a 2024. As falsas urgências e o número de atendimentos também caíram, segundo os dados do Portal de Monitorização do SNS. Em todo o país, o tempo médio de espera entre a triagem e a primeira observação médica desceu de 56 minutos em 2024 para 49 minutos em 2025, o que representa uma quebra de 12,5%. São números conhecidos num momento em que se discutem as percepções em torno do acesso às urgências e aos cuidados médicos. |
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