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Sofia Madureira

Convidado

Artigos publicados

Redes Sociais

Redes Totalitárias

As redes sociais são a nova “plebe”. A nova “multidão sedenta de sangue”. E somos nós, desprovidos da nossa individualidade, que conferimos ao monstro a sua dimensão.
Autárquicas 2021

Medina: derrota foi pessoal. E a responsabilidade?

Fernando Medina não ouviu as dificuldades dos lisboetas. Tal como Costa não ouve os portugueses. De Carlos Moedas, esperança que se levantou contra sondagens e media, esperamos que ouça.
Extremismo

Dever

Mais do que indiferença, a abstenção é a silenciosa anuência ao que quer que seja. Ao mal também. Se não votar apesar de ter esse direito, vote porque é o seu dever.
Justiça

A República somos nós

Cabe ao Estado agir legalmente para se defender, para nos defender, do que se quer fazer passar por liberdade de expressão, ou por protesto ou por indignação.
Terrorismo

9/11

Todos sabemos onde estávamos no dia 11 de Setembro de há vinte anos. Hoje não sei se todos sabemos onde estamos mas o alvo escolhido continua a ser a democracia.
Autárquicas 2021

Lisboa

Lisboa poderia ter aprendido com Veneza. Barcelona. Paris. Ter regulado melhor. Não se ter deixado ficar refém de fundos imobiliários especulativos e hostis para quem nela vive e trabalha.
Afeganistão

De Lisboa a Cabul

Entre Lisboa e Cabul há uma distância de quase 9.000 quilómetros. Entre o Estado laico e a sharia há uma distância de séculos. Porém nada do que temos, de direitos ou liberdades, é inalienável.
Energia

Entre uma imperial e um peixinho da horta

A crise climática exige uma transição energética. A consciência moral exige um capitalismo responsável. E não temos escolha senão estarmos à altura das exigências.
Férias

Folheto de Agosto

Esta já foi uma zona de férias desenhada para os trabalhadores. Agora, vive do querido mês de Agosto em que vale tudo menos o acesso às gentes da terra e aos trabalhadores de classe média.
Ricardo Salgado

Costa Esmeralda

Não sei que sucederá a Ricardo Salgado. Sei que as suas escolhas reflectem-no. É a imagem da impunidade a passear por Porto Cervo, onde não se fazem estudos genéticos nem avaliações neuropsicológicas.
Crónica

Estado das Nações

Devia ter sido não o debate do Estado da Nação mas das Nações: o da nação real e o da nação do outro lado do portal, a ficcionada no palco do hemiciclo. Há optimismos desfasados de qualquer realidade.
Pandemia

Submissão

Cautelosos, fechámo-nos em casa. Cumprimos. Avassalados pelo medo, submetemo-nos, empobrecemos, adoecemos e morremos. Talvez seja chegada a altura de seguirmos o exemplo de quem clama Pátria e Vida.
Privacidade

Feche a porta, por favor

A porta fechada ensinou-me que posso partilhar o que e quanto quiser, onde e com quem quiser. Esperava que o Estado garantisse o mesmo. Não o faz. Espreita, abre e invade a pretexto de tudo e de nada.
Crescimento Económico

Pessoas como nós

A Isabel e as pessoas a quem a greve do metro surpreendeu na quinta feira são invisíveis. Não tem importância se se levantam às quatro da manhã. Não as vemos. Só existem se o trabalho não for feito.
Política

Calibragem política

Vivemos num país refém do peso do estado que cresce às mãos do partido que se apropriou da administração pública. E com uma dívida pública que empenha os nossos filhos e netos e nos envergonha a todos
Reino Unido

A saque

Trocámos a proteína pelos hidratos. Já não nos interessa o que comem, ficamos com o que bebem, partem e destroem, diante da nossa polícia, numa subserviência que não se rebela.
Arquitetura

Do Possolo à Castilho

Quem fecha a marquise não o faz só para ganhar dois metros quadrados de sala: fá-lo para romper com o exterior, para se encastelar. Não quer saber de quem vive ao lado, nem do património comum.
Imigração

#Gracias Luna

Talvez aquele homem, se tivesse escolha, escolhesse viver, trabalhar, amar e morrer no seu país. Como ele, talvez todos nós. O problema não são os migrantes. O problema é a pobreza.
Morte

Perdão

De manhã, uma mãe pegou nos filhos, pô-los no carro e levou-os à escola. Voltou para casa, trabalhou, até que, a meio da tarde, percebeu que deixou a filha fechada no carro. Essa mãe podíamos ser nós.
25 de Abril

Abril

Esta é a democracia que aceita no espaço público e em igualdade o adversário político que as nossas convicções repudiam. Este é o paradoxo que a democracia encerra e que espero ver desfilar na Avenida
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