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A última sondagem publicada no JN confirma a divisão da direita. Esta (com o PSD à volta dos 24%, o Chega nos 8% e a Iniciativa Liberal perto dos 5%) parece que se dividiu em vários partidos. Juntos estarão perto dos 38%, se tivermos em conta o valor atribuído ao CDS. Uma projecção não muito diferente do resultado das legislativas de 1976 quando PSD e CDS, somados, conseguiram 40,32% dos votos.

Nessa altura a direita encontrava-se dividida entre dois partidos, mas o processo de união não se fez esperar. Sá Carneiro, Freitas do Amaral e Amaro da Costa concretizaram uma coligação pré-eleitoral que se manteve (com excepção das eleições de 1983 e 1985) até 1995. É verdade que PSD e CDS não mais concorreriam juntos, mas também não foi preciso já que uma direita eleitoralmente unida possibilitou as maiorias absolutas de Cavaco Silva. A partir de 1995 a direita também se uniu nos governos de Durão Barroso e Passos Coelho.

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