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1. Passado. Depois de três governos de Cavaco Silva que modernizaram o país e promoveram o maior progresso económico e social que o regime democrático conheceu até hoje, nunca mais o centro-direita conseguiu repetir idênticos sucessos. Teve Durão Barroso que, depois de tanto persistir para chegar a primeiro-ministro, fugiu do país à primeira oportunidade. E teve um desastre chamado Pedro Santana Lopes que deve ter sido o principal promotor da maioria absoluta de José Sócrates em 2005.

Pedro Passos Coelho poderia ter tido essa oportunidade de tentar alcançar Cavaco Silva mas não só o seu Governo esteve seriamente condicionado pelo tempo de assistência financeira que marcou o período 2011-2015, como Passos cometeu erros políticos crassos que impediram a renovação da maioria absoluta da coligação PSD/CDS nas eleições de 2015. Contudo, a vitória com maioria relativa deu um capital político ao centro-direita devido à recuperação da credibilidade internacional do país e o regresso ao crescimento económico que podia e devia ter sido exponenciado pelos líderes seguintes do PSD e do CDS, nomeadamente por Rui Rio.

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