Muitos destes monumentos — por vezes cidades inteiras, como é o caso de Palmira — estão localizados nos territórios hoje dominados pelo auto-proclamado Estado Islâmico (EI) na Síria ou no Iraque.

O que não é pilhado e posteriormente vendido para financiar a causa radicalista, é destruído à força de explosivos ou retro-escavadoras. O EI rejeita veementemente o politeísmo e a adoração de monumentos não-islâmicos. Nada ou quase nada resiste de pé. Só os escombros ficam.

Outros monumentos há que foram destruídos não por islamitas radicais, mas por sucessivas guerras civis, bombardeamentos e contra-bombardeamentos, homens-bomba e até por uma arquitetura sem rei nem roque, como em Beirut se vê.

Conheça-os nesta galeria. Apresentamos-lhe vinte deles.