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Afinal, Rosa Grilo pode não ter estado no quarto onde o marido terá sido assassinado, no momento do disparo. E terá sido António Joaquim a apertar o gatilho, entre a 1h00 e as 6h00 do dia 16 de junho de 2018. Depois, terá auxiliado a viúva a transportar o cadáver do quarto para a garagem — e para a bagageira de um dos dois carros da arguida. Qual deles? Nunca se descobriu.

A intervenção de António Joaquim poderá ter ficado por ali. Na tese do Ministério Público (MP), Rosa Grilo terá ido sozinha até Álcorrego depositar o corpo do marido junto a uma estrada de terra batida, sem ajuda do amante. “Não era, aliás, preciso”, considerou o procurador Raul Farias, nas alegações finais que decorreram esta terça-feira, no Tribunal de Loures — a última sessão do julgamento antes da leitura da sentença. Depois, a alguns quilómetros de distância, terá largado um saco com um edredão, sacos de plástico e corda de sisal — alegadamente usados para enrolar o corpo do triatleta.

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