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Alexandre Homem Cristo

Colunista

Nasci a 12 de Fevereiro de 1985, licenciei-me em ciência política na Universidade Católica Portuguesa, e concluí o meu mestrado em Política Comparada no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL). Desempenhei funções de assessor parlamentar na Assembleia da República (2012-2015) e fui conselheiro no Conselho Nacional de Educação (2013-2015). Escrevi o estudo Escolas para o Século XXI, publicado em livro pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, em 2013. Na imprensa, tive uma coluna semanal no jornal i (2012-2014). Colaboro com o Observador desde 2014.

Artigos publicados

Constituição da República Portuguesa

Acima da Constituição

Revelou-se certeiro o conselho de Marcelo: esqueçamos isto. Neste caso, não o Qatar, mas Portugal: esqueçamos a nossa fragilidade institucional e que as elites navegam acima das normas constitucionais
Escolas

Erros que saem caro

Na distribuição de computadores, o governo falhou no diagnóstico, falhou na identificação do público-alvo e falhou na implementação a curto e a longo prazo. Quem perde? Os alunos e os contribuintes.
Governo

Experimentem dizer a verdade

Vieira da Silva preferiu mentir e perdeu-se num labirinto. Agora, criou um facto político: mesmo quando a verdade é o caminho mais eficaz, o governo revela-se incapaz de assumir as suas escolhas.
Ministério da Educação

Boa sorte

O governo escolheu acreditar que Portugal é aquele país do mundo onde os miúdos se safaram às perdas de aprendizagem na pandemia. Então, boa sorte. Quem opta por fantasias fica à mercê da realidade.
Partido Chega

Ventura, um populista (cada vez mais) de esquerda

O Chega virou à esquerda para crescer eleitoralmente. A opção tem uma implicação directa: talvez ajude muitos a perceber que o Chega não é, nem poderá ser, parte de uma alternativa à direita.
Obras Públicas

O país dos atrasos e das excepções

Publicam-se leis para enquadrar a contratação pública, em prol da boa gestão do dinheiro dos contribuintes, para depois, em nome do interesse nacional, se abrirem excepções ao cumprimento dessas leis.
Marcelo Rebelo de Sousa

Marcelo também acha que a lei não é para cumprir

Chegados ao ponto em que Governo e Presidência da República se unem para incumprir a lei das incompatibilidades, só com alguma imaginação se poderia conceber visão mais falhada de democracia liberal.
Tribunal Constitucional

A lei é para cumprir ou o PS está acima da lei?

Pizarro violou a lei ao acumular funções no governo e numa empresa. Em 2018, Siza Vieira fez igual, mas escapou à demissão. Agora, o regime tem nova oportunidade para mostrar que a lei é para cumprir.
Colocação de Professores

Recrutar professores fora do ensino? Sim, mas

O Ministério alargou (e bem) a contratação de profissionais de outras áreas para dar aulas. Agora, falta o passo seguinte: sem transparência, formação e avaliação, a medida falhará no longo prazo.
Financiamento dos Partidos

A falência democrática

É assim há anos: para os bolsos dos partidos não falirem, obstaculizou-se o escrutínio às suas contas e optou-se pela falência democrática. Lamento, mas um país que aceita isto não tem futuro.
Professores

A rotina do fracasso

Um sistema de colocação de professores que nunca conseguiu ter todos os alunos com professor no arranque das aulas é um sistema que não funciona e que urge substituir. Falhar não pode ser uma rotina.
Deficientes

Falhar aos mais fracos

Sobre as falhas do governo nas medidas para pessoas com deficiência, uma sociedade que não reage a tal indignidade é uma sociedade dormente, pouco exigente, que merece a decadência em que caiu.
Juízes

A Sra. ministra da Justiça acha que somos parvos?

Não é verdade que os resultados do estudo sobre percepção de corrupção na Justiça possam ser justificados com episódios excepcionais de 2021, pois iguais percepções já existiam no relatório de 2019.
Incêndios

O político em fuga

Mais um grupo de trabalho? Costa tem um talento inigualável para abafar os problemas da governação. Pena que, enquanto os abafa, nada resolve — e continuam a ser adiadas as reformas nas florestas.
Liberdade de Expressão

Era-se mais livre

Na música, abdicou-se da transgressão e caiu-se no lado oposto — o da obsessão pela conformidade. Eis um sintoma de sociedade que se quer moderna e tolerante, mas que se tornou asfixiante e iliberal.
Democracia

L'Etat c'est eux

Costa (que ataca empresas) e Marcelo (que defende D. Clemente) não hesitam em intimidar quem perturbe os seus interesses. Em Portugal, o respeitinho prevalece sobre o enquadramento constitucional.
Festa do Avante

Tocar no Avante! não equivale a militar no PCP

Actuar no Avante! não equivale a apoiar Putin ou aderir ao PCP. Mas, porque é um comício, participar condiciona politicamente: em coerência, não dá para ser activista LGBT e subir ao palco do Avante!.
Educação

Entre a inacção e a falta de noção

Entre a inacção do governo, que foge das reformas estruturais, e a falta de noção da esquerda, que só propõe medidas que agravariam problemas, a direita tem o dever de se afirmar como motor reformista
António Costa

Fugir às responsabilidades

No jargão da política portuguesa, “problemas estruturais” significa algo que fica sempre na mesma e em relação ao qual o governo se esforça para não ser responsabilizado – um bode expiatório perfeito.
Marcelo Rebelo de Sousa

O marcelfie-tómetro

Para Marcelo, a popularidade comanda a acção política. Ora, Portugal merecia que o seu Presidente da República tivesse um padrão de sucesso mais exigente do que o número de selfies que tira nas ruas.

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