Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Imagine que o planeta é um disco com o Ártico no centro e a Antártida no bordo, como um muro de gelo que nos impede de cair borda fora. É assim que os terraplanistas imaginam o mundo. Pelo menos alguns, outros arriscam formatos alternativos, como argola, cubo ou diamante, o importante é que não seja uma esfera. E quanto mais eloquentes conseguirem ser na sua argumentação, maior o número de seguidores que conseguem angariar.

Rejeitar que a Terra é redonda é o ponto em comum destas teorias — mesmo que tenham ideias diferentes sobre o formato e sobre os outros elementos que conseguimos ver no céu. Porquê? Porque dizem ser a grande mentira da NASA. O que os defensores deste movimento se parecem esquecer é que, muito antes do nascimento da agência espacial norte-americana, já se tinha rejeitado a ideia de que a Terra fosse plana porque todas as provas apontam para que seja um bola — com os pólos achatados, é certo, mas ainda assim longe de ser plana.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.