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Enquanto dormia… |
… O Observador publicava o primeiro votómetro para umas eleições presidenciais. Através de um conjunto de perguntas, as suas respostas indicam com qual dos candidatos tem mais proximidade em termos de ideias. Se está na dúvida em quem votar no próximo dia 18 de janeiro faça o teste. Se já não tiver dúvidas faça também. Fizemos o votómetro com os oito principais candidatos. Pode ver como funciona neste explicador. As eleições acontecem a 18 de janeiro, com a possibilidade de haver uma segunda volta a 8 de fevereiro. Há 11 candidatos aprovados pelo Tribunal Constitucional (ainda que não esteja decidido se o boletim vai ter apenas os aprovados ou se ali constarão os 14 que entregaram listas) — Seguro já admitiu contestar o aparecimento de 14 nomes no boletim. |
Nestas eleições, o fim de semana foi passado com os candidatos a comentarem a marcação por parte de Marcelo Rebelo de Sousa de um conselho de Estado para 9 de janeiro. André Ventura, candidato e conselheiro, pediu que a reunião ocorresse depois da segunda volta das presidenciais (se houver). Mas se a data, em plena campanha eleitoral, mereceu críticas a Marcelo, Gouveia e Melo decidiu concentrar as suas críticas a Marques Mendes por ter decidido manter-se no órgão consultivo já como candidato. Na realidade, são dois os candidatos — Marques Mendes e André Ventura — que se sentam no Conselho de Estado. A campanha destas presidenciais vai ter, entretanto, uma novidade. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, enquanto presidente do PSD, vai participar em ações de Luís Marques Mendes que se tem esforçado por transmitir uma imagem de independente em relação ao partido que o apoia. |
O encontro entre Donald Trump e Volodymyr Zelensky em Mar-a-Lago, na Flórida, aconteceu este domingo. Ao jantar foi servido caldo de galinha e bifes com batatas fritas, terminando a sobremesa com um bolo de chocolate “com o nome de Trump”, segundo a imprensa internacional. Os dois líderes esforçaram-se para mostrar otimismo e falaram em grandes progressos. Mas faltam 5-10% de caminho para se chegar a acordo e há um ou dois temas por resolver. Um deles será o da cedência de terras — que Zelensky insiste que o povo ucraniano é que tem de decidir sobre o assunto e Trump a disponibilizar-se a ir a Kiev convencer o parlamento — e a central nuclear Zaporíjia. Ao abordar este último assunto (que Trump erradamente disse ser a maior central do mundo), Zelensky mostrou desconforto e não respondeu diretamente, ao contrário de Trump que assumiu estar a caminho do acordo e que Putin até estaria interessado em operar conjuntamente a unidade. Mais expressiva foi a reação de Zelensky quando Trump disse que Putin queria que a Ucrânia tivesse sucesso. Um riso de ironia. Se os progressos foram feitos, o acordo ainda parece difícil. Ainda assim avançou-se em dois pontos importantes: garantias de segurança e reconstrução da Ucrânia. Voltará a haver uma reunião em janeiro, onde entrarão, também, os líderes europeus que falaram com ambos os presidentes mas que ficaram fora da fotografia. Quem ficou de fora também foi o vice-presidente JD Vance, que não aparece na reunião. E Zelensky, desta vez, agradeceu aos EUA. |
Enquanto acontecia o encontro em Mar-a-Lago, o Benfica voltava a perder pontos na corrida ao campeonato. Empatou com o Sporting de Braga na pedreira, com José Mourinho e Rui Costa a criticarem a arbitragem. Pedro Henriques também diz o que pensa. Acabava o Benfica, começava o Sporting, no jogo em casa contra o Rio Ave. Uma vitória sem dúvidas, uma segunda parte à Sporting. O FC Porto joga esta noite no Dragão, a partir das 20h15, contra o AVS. Do resultado depende consolidar a posição de liderança no campeonato quando entrar em 2026. |
Morreu Brigitte Bardot, aos 91 anos. BB foi um ícone do cinema francês, mas optou, cedo (antes de ter 40 anos), por deixar os holofotes para viver a sua vida, uma vida privada, como o filme que protagonizou. Uma privacidade que quis, mas nem sempre teve. A defesa dos animais e as posições políticas trouxeram-na muitas vezes para as páginas dos jornais. Bardot, que nos anos 1960, foi uma sex symbol do cinema (altura em que passou por Portugal), colou o seu nome à emancipação sexual. Os seus filmes falam por si. Eurico de Barros escolheu seis filmes essenciais. As reações foram muitas. Emmanuel Macron, Presidente de França, fala numa “lenda do século”. |
Henrique Dias, guionista, um dos criadores da série “Pôr do Sol” e que vai estrear a comédia “Sr. Engenheiro, Alegadamente um Musical”, inspirada na vida de José Sócrates, tinha apenas 22 anos quando teve o primeiro ataque de pânico. Foi diagnosticado: tinha depressão e transtorno de ansiedade e pânico. Um “choque tremendo”, assume na entrevista ao Observador inserida na série “Labirinto — Conversas sobre Saúde Mental”. Mas, diz, “a partir do momento em que percebi a gravidade do que se estava a passar comigo, o estigma desapareceu da minha cabeça totalmente. Não havia minimamente vergonha, ou querer esconder, ou nada disso. Havia só o sofrimento”. Foi internado em Londres (foi, diz, “violentíssimo”, regressou e continua a fazer psicanálise. O humor, esse, acaba também por funcionar, ainda agora, como “terapia”. |
Agora que o Ano Novo está quase a chegar, veja que preços vão mudar a partir de 1 de janeiro (este é também o tema da História do Dia). Aproveite para preparar o agasalho para essa passagem de ano que vai ser fria. E ano novo traz balanços do velho, por isso faça o Zoom Out do Observador e descobra a sua Rotina, o Alter Ego e a Idade Observador através do seu resumo das suas leituras. |
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Tenha uma boa segunda-feira, já em contagem decrescente para o fim do ano |
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O networking, uma ideia que poderá ter uma conotação negativa, mas será ou não essencial? A lista de contactos e a forma como se alimenta essa rede podem ser fulcrais para o sucesso?
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Sabia que Kurt Weill, além de compor peças inesquecíveis, também lutou contra a segregação racial? Na despedida, Martim Sousa Tavares reflete sobre como a música pode alavancar mudanças sociais.
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O cantautor mexicano é um dos protagonistas das dicas da semana do Pop Up, além de cinema de Taiwan, as memórias de Mark Ronson, histórias de Portugal e do capitalismo e ases pelos ares.
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Ainda a digerir bacalhau, rabanadas, peru, recheio de peru e mais bacalhau, aqui estamos, Manuel Acácio. Falamos de mães metediças, de namoros "não oficiais" e fazemos um balanço de 2025. Beijos!
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Neste episódio recebemos a pessoa mais importante deste podcast, a nossa anfitriã Avó Glória.
Depois de mais de 3 anos de episódios semanais, hoje anunciamos o fim da temporada Pessoas Incríveis e, assim, uma pausa no podcast. Voltaremos...
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Uma conversa honesta sobre distúrbios alimentares, depressão e saúde mental. Catarina Aires fala da pressão na dança, do fundo do poço, da terapia e de como a maternidade transformou corpo, sonhos e vida.
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Para mim, um português é uma pessoa que nasceu em Portugal ou que tem pais ou avós portugueses. O tempo de habitação num país nada tem a ver com a nacionalidade.
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À face do materialismo, do marxismo cultural, dos ecos da guerra e da ameaça islâmica… o que é realmente importante para o Homem europeu do futuro? “Shakespeare ou botas?”
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O futuro das nossas cidades passa por esta liberdade: viver onde se deseja, trabalhar onde se precisa e deslocar-se de forma rápida, confortável e sustentável.
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Muitos contribuem para adensar uma atmosfera de culpabilidade colonial portuguesa que se injecta constantemente na nossa sociedade, nos sangra em saúde e nos causará, adiante, muitas dores de cabeça.
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Eurico de Barros escolheu filmes de Roger Vadim, Claude Autant-Lara, Henri-Georges Clouzot, Louis Malle, Jean-Luc Godard e Michel Deville em que Brigitte Bardot brilhou entre os anos 50 e 70.
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Brigitte Bardot tornou-se o símbolo da emancipação sexual. Mas preferiu a vida aos holofotes mediáticos que, no entanto, continuou sempre a ter. Morreu aos 91 anos.
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Musa da Nouvelle Vague contracenou com o ator português António Vilar e esteve em Portugal para promover o filme "A Mulher e o Fantoche". Recuperamos três dias de Brigitte Bardot em Lisboa.
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