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Enquanto dormia… |
… uma grande investigação do Observador revelava o mundo perverso dos grupos criados para a partilha de imagens íntimas. Durante 18 meses, tivemos acesso a milhares de mensagens no Telegram, em que se que pedia, oferecia e trocava fotografias íntimas de mulheres sem consentimento. Ao longo deste ano e meio muitos grupos desapareceram, e muitos novos foram criados. O maior que o Observador encontrou, e cujos membros tinham como objetivo a troca de imagens íntimas de forma não consentida, juntava mais de 100 mil participantes. Ouvimos os testemunhos de Margarida, Ricardo, Joana, Carolina e Inês, algumas das muitas vítimas destes grupos. Já foram tomadas medidas para prevenir a sua criação, mas eles continuam a existir. Este é o tema da História do Dia. |
A poucos dias do arranque da campanha para as presidenciais, o Observador volta a publicar uma série de trabalhos sobre as declarações de rendimentos dos candidatos. A primeira é a de João Cotrim de Figueiredo. O ex-líder da Iniciativa Liberal chegou a declarar ativos financeiros de 1,7 milhões de euros, em 2013, valor que foi diminuindo nos anos seguintes. Declarou um Porsche até entrar no parlamento, em 2019, e em 2025 declarou, pela primeira vez, o chalé com seis quartos em Évora que explora, numa sociedade familiar, como Alojamento Local. As declarações de rendimentos dos restantes candidatos serão publicadas ao longo dos próximos dias. |
Antes que o ano acabe e que a campanha comece, ainda vai a tempo de fazer o Votómetro das Presidenciais, uma ferramenta que pode ajudá-lo a perceber de qual dos oito principais candidatos está mais próximo. As eleições acontecem a 18 de janeiro, com a possibilidade de haver uma segunda volta a 8 de fevereiro. Nos boletins vão constar 14 candidatos, apesar de algumas candidaturas terem sido rejeitadas (e por isso o voto nelas será nulo). A CNE diz que a alteração dos prazos para a impressão dos boletins cabe à Assembleia da República. Na campanha que arranca este domingo os candidatos esperam gastar mais de 4,9 milhões de euros. |
Para acabar 2025 trago-lhe uma história de sucesso que podia ter acabado mal. A Torres Novas, conhecida pela produção de toalhas, nasceu em 1845. Nos anos da troika fechou portas, mas na pandemia renasceu na mesma família. Hoje explora o conceito de “luxo acessível” e é uma empresa em crescimento. |
Nesta newsletter pode encontrar a informação mais relevante para começar o dia. O Observador vai continuar a atualizar todas as notícias no jornal, na rádio e nos canais no WhatsApp, no Instagram e no Facebook. Para uma pausa, tem sempre os nossos jogos Sudoku e AbraPalavra. O primeiro dia do ano será de chuva. Na Madeira o fogo de artifício chegou a estar em risco, mas vai mesmo realizar-se. |
Uma boa entrada no novo ano e um feliz 2026. |
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Política
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No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre truques sujos nas presidenciais, sobre as ideias políticas de Brigitte Bardot e sobre os 40 anos de Portugal na Europa.
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Rádio Observador
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Os candidatos presidenciais (que se queixam dos boletins de voto), a CP (que está a ter mais uma greve) e Gouveia e Melo (que tem de se submeter a escrutínio) são o Bom, o Mau e o Vilão.
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Amor
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No último episódio do ano, as relações amorosas e familiares voltam ao centro da conversa, assim como a saúde mental em Portugal.
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Educação
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Sabia que a palavra “réveillon” é francesa e não se refere apenas à véspera de Ano Novo? Ainda os rituais (mais ou menos criativos) associados à passagem de ano e os desejos para cumprir em 2026.
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Saúde
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Mudar de vida em janeiro não precisa de ser radical. Pequenas alterações nos rituais que já cumprimos podem ter um grande impacto, explica a Nutricionista Mariana Chaves.
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Justiça
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Luís Rosa, Paulo Saragoça da Matta e o editor de Sociedade da CNN Portugal, Henrique Machado, fazem um balanço do ano que agora termina e anteveem o que poderá vir em 2026.
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O QUE SE PASSA LÁ FORA
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OS NOSSOS ESPECIAIS
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OPINIÃO
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Por detrás do ruído familiar e do atropelo de vozes e gestos, o Natal e o desafio do recomeço que ele traz consigo, estiveram ali: convivemos, contemplámos, rezámos, agradecemos.
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Continuando a tradição anual, aqui ficam alguns dos melhores livros que li este ano. Muitos não são recentes – simplesmente, por um motivo ou outro, foram lidos este ano pela primeira vez.
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Uma coisa é certa: mesmo sendo muito provável que venha a haver uma segunda volta, é bem possível que quase tudo fique decidido logo na primeira.
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A história de dez ardilosos, cujo líder, o eurodeputado do PS, Bruno Gonçalves, gasta por mês em nove assessores o que uma família ganha num ano, para tirarem selfies até o dinheiro dos outros acabar.
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Cinco espetáculos e formas de pensar o mundo: da alta-costura ao tribunal, da escola ao corpo em movimento. Peças que cruzam política, intimidade e resistência marcam os palcos nacionais este mês.
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Cerca de 1,8 mil milhões de pessoas utilizam todos os meses a sua conta do Gmail. Até ao momento, o endereço inicialmente escolhido era uma ‘sentença’ para a vida. Agora, isso pode começar a mudar.
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A tecnológica responsável pelo ChatGPT quer contratar alguém preparado para lidar com todos os perigos que o desenvolvimento da IA possa implicar: para a própria empresa e para as pessoas.
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O ator de Hollywood é agora também francês, juntamente com a mulher, Amal Clooney, e os filhos. Longe de LA, a família escolheu uma quinta no sul de França para educar os gémeos de oito anos.
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