Conversas à Quinta

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Espanha: Juan Carlos saiu de cena, não da História

O rei emérito abandonou todas as suas funções oficiais. Magoado? Sozinho? Pouco importa quando nos recordamos dos sucessos políticos de um reinado tido por impossível numa Espanha por fim democrática.
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A Índia a caminho de ser um Estado confessional?

A Índia é a maior democracia do mundo e acaba de dar a segunda maioria absoluta a um partido de base hindu e passado extremista. Será que depois dos "estados islâmicos" vamos ter um "estado induista"?
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Uma Europa mais fragmentada é mais ingovernável?

Das eleições europeias saiu um Parlamento mais fragmentado, de geometrias muito variáveis e visões muito contraditórias. Os acordos prevêem-se mais difíceis, sobretudo quando chegar a próxima crise.
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O debate sobre a Europa que não houve em Portugal

Nos nossos debates para as eleições europeias falou-se pouco de Europa. Em contrapartida a esta mesa só se falou de Europa e de como estas eleições podem mudar, ou não, o futuro da União Europeia.
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América e Irão medem forças. Bluff ou ameaça real?

Sanções mais duras, porta-aviões a caminho, retórica em alta. Do outro lado, atentados e ataques com drones. Até onde irá a escalada de tensão no Golfo Pérsico onde EUA e Irão testam limites?
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De onde vieram as bombas que mataram cristãos?

As bombas visaram os cristãos, até numa igreja construída pelos portugueses, mas o reaparecimento do Estado Islâmico indica que a sua derrota na Síria pode ter espalhado terroristas por todo o mundo.
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Como o primeiro fascismo nasceu há 100 anos

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Foi há 100 anos em Milão e a reunião só mereceu uma breve nota no diário da cidade. Mas três anos e meio depois Mussolini tomava ao poder, ele que fora um socialista radical e revolucionário
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Porque se discute ainda no Brasil o golpe de 1964?

A vontade de Bolsonaro de celebrar o golpe de 1964 causou mal-estar entre os próprios militares e mobilizou protestos da oposição. 55 anos depois nem toda a poeira assentou sobre a herança da ditadura
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A guerra acabou há 80 anos, Espanha não a esqueceu

A Guerra Civil de Espanha acabou há 80 anos, mas há feridas e divisões que não desapareceram. E a memória de Franco nem é o maior dos problemas: o drama aparentemente irresolúvel é o dos nacionalismos
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Porque é tão difícil governar a Guiné-Bissau?

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O PAIGC ganhou as eleições mas não é certo que consiga ser governo. Num país feito de etnias rivais e sem unidade religiosa ou linguística, teimará a estabilidade política em ser miragem inatingível?
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A Argélia hesita entre a autocracia e a democracia

Bouteflika preparava a reeleição para um quinto mandato presidencial, mas os protestos populares fizeram-no desistir. Só que também ninguém esquece como a democracia dos anos 1990 terminou em tragédia
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NATO: aos 70 anos será que o passado tem futuro?

A NATO nasceu para ter os americanos na Europa Ocidental e os soviéticos longe dela. Agora que perfaz 70 anos os russos voltam a estar por cá, os americanos não se sabe. O passado não garante o futuro
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A China já voltou a comportar-se como um império

Há 40 anos que Portugal reconhecia a República Popular da China, na prática iniciando o processo de saída de Macau. E foi nestas quatro décadas que o Império do Meio voltou a ver-se no centro do Mundo
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Só a lealdade dos militares mantém Maduro no poder

O braço de ferro na Venezuela resolver-se-á na Venezuela e dependerá, no limite, dos militares. Continuarão submissos e leais a Maduro, mesmo tendo de reprimir o povo? Ou vão dividir-se e revoltar-se?
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Fernão de Magalhães, herói, génio, traidor? Tudo

500 anos após o início da 1ª viagem de circum-navegação, Portugal e Espanha ora disputam, ora partilham a glória do feito de Fernão de Magalhães. Como há meio milénio disputavam o domínio das Molucas.
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A revolta em que os monárquicos perderam de vez

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A "Monarquia do Norte" foi a mais bem conseguida das revoltas monárquicas, mas a sua derrota representou o fim definitivo das aspirações à restauração da causa real em Portugal. Faz agora 100 anos.
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RD do Congo, coração de África, coração das trevas

Imenso país no coração de África, a RD do Congo tem uma história trágica de guerras civis e tiranias de que poderia sair com as eleições agora realizadas. Mas todos suspeitam de nova fraude eleitoral.
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Versailles, uma paz que levou à pior das guerras

Há 100 anos, em Paris, começavam as negociações para a paz que devia acabar com todas as guerras. Mas o Tratado de Versailles consagraria injustiças que levariam ao mais terrível de todos os conflitos
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O que podemos esperar (e devemos recear) de 2019?

Turbulência em Espanha. Umas eleições europeias imprevisíveis num tempo pós-Merkel. A novidade de uma América dividida entre Trump e uma oposição democrata. E o sempre presente desafio das migrações.
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O poder tem de se reencontrar com a cidadania

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Os "gillets jaunes" abalam a França. Uma eleição na Andaluzia tem o efeito de um terramoto. E o Brexit é como um cavalo louco. É tempo de o poder democrático compreender porque se revoltam os cidadãos
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Uma mesa cheia de livros para o seu Natal

A selecção dos melhores livros de 2018 e, também, de alguns que iriam bem com o seu Natal. No total um pouco mais de dúzia e meia de boas sugestões, desta vez todas em português. Para ver e depois ler
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Touradas, caça e pesca: civilização ou barbárie?

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Sem caça não seríamos Homo sapiens, sem criação de gado não haveria sedentarização. Milénios de arte, cultura e civilização reflectem essa história que o "animalismo" contemporâneo parece não entender
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Patriotismo é assim tão diferente de nacionalismo?

Macron, nas comemorações do centenário do fim da I Guerra, pediu mais patriotismo e menos nacionalismo. Pretexto para revisitar a história destes dois conceitos ao longo de dois conturbados séculos.
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Como fica a América de Trump depois das eleições?

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As eleições intercalares nos EUA mudaram a paisagem política e Trump passou a ter uma maioria hostil na Câmara dos Representantes. Mas será que isso fará mudar a sua forma de governar? Não é provável.
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Vamos ter um governo Bolsonaro ou um governo Moro?

Será que Sérgio Moro, o juiz que prendeu Lula, vai ter poder como ministro da Justiça para combater a corrupção e o crime? É difícil. Mas também não é claro que o PT possa tirar partido desta escolha.
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A morte de um jornalista que abala o Médio Oriente

O príncipe que quer reformar a Arábia Saudita é um déspota que não olha a meios ou escrúpulos. Agora terá ido longe demais, mas a "verdade" sobre a morte de Khashoggi será a que os diplomatas quiserem
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As novas paisagens políticas da Europa

Nas eleições da Baviera não foi só o partido anti-imigração que ganhou, a AfD: também ganhou o partido pró-imigração, Os Verdes. Mas perderam os partidos de sempre. Que nova realidade política é esta?
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Já não podemos ensinar a nossa História livremente

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Um relatório do Conselho da Europa faz reparos à forma como se ensina a nossa História no ensino básico, tudo em nome da agenda de um activismo que até discute a narrativa da descoberta do Novo Mundo.
Eleições no Brasil

O Brasil corre mesmo o risco duma ruptura radical

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De um lado o país petista e lulista com Haddad. Do outro o país anti-petista que está condenado a Bolsonaro. O centro político colapsou. Volta a falar-se dos militares. O Brasil vai aguentar a tensão?
Centenário

Em que acreditava realmente Franco Nogueira?

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Foi ministro dos Negócios Estrangeiros no período crítico das guerras em África e defendeu com vigor a política externa e ultramarina de Salazar, tudo sem deixar de ser um intelectual republicano.
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Angola, os segredos de uma ruptura na continuidade

José Eduardo dos Santos saiu por fim da liderança do MPLA e o poder de João Lourenço é agora indiscutível. Em Angola vive-se uma delicada, complexa mas decisiva espécie de "ruptura na continuidade".
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Porque há tão poucos políticos como John McCain?

A morte de John McCain foi um momento em que muitos norte-americanos recordaram um tempo em que a política era vivida com intensidade mas com patriotismo. Por que foi que esses tempos desapareceram?
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Como o primeiro Marcelo não chegou a ser Marcelo

Há 50 anos Marcelo Caetano chega por fim ao poder. Não era o único possível sucessor, nem o preferido do Presidente. Tentou a bissetriz entre conservadores e reformadores, mas isso já era impossível.
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Salazar, uma cadeira e a lenta agonia de um regime

Onde estavam quando Salazar caiu da cadeira? Onde estavam nesse mês de Agosto de há 50 anos em que o regime acabou sem saber que estava a acabar? Os dias do fim de quem teimava em não deixar o poder.
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Até onde vai a ameaça islamista em Moçambique?

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Militantes islamistas incendiaram aldeias e têm multiplicado atrocidades no norte de Moçambique, uma região rica em gás e em rubis. Há quem receie o aparecimento de algo tão temível com o Boko Haram.
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Mistérios de Trump, esse grande desestabilizador

Um elefante numa loja de porcelanas? À primeira vista, sim. Mas não só. Trump viola todas as regras da conduta diplomática, mas as rupturas com a ordem ocidental são menores do que muitas vezes se diz
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Livros de férias: uma mesa cheia de boas sugestões

Ensaios sobre os tempos que correm, biografias, memórias e livros de história, alguma literatura e até livros de viagens. Foram muitas e muito variadas as boas sugestões de livros para ler nas férias.
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O dilema de imigração explicado ao povo. E à elite

Poucos temas são tão complexos, e tão difíceis de resolver, e poucos se prestam tanto a simplifações demagógicas. Viagem às fronteiras da controvérsia, às lições da História, aos desafios da geografia
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O que é que ainda resta da direita e da esquerda?

Faz ainda sentido ordenar o espaço político em esquerda e direita? Podem a social-democracia e a democracia-cristã conservar a hegemonia que tiveram desde o pós-guerra? Perguntas de resposta difícil.
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Itália, Espanha, ou as surpresas do sul da Europa

Uma coligação improvável em Itália que inquieta Bruxelas. Um reviravolta inesperada em Espanha. A Alemanha a regressar ao palco europeu e a refrear Macron. São tempos interessantes estes que vivemos.
Casamento Real

Sal, pimenta e feminismo q.b. num casamento real

A monarquia britânica aprendeu a usar a televisão e soube integrar a modernidade numa tradição secular. Mais: seguiu os tempos, estando à frente, como mostrou o génio deste fascinante casamento real.
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Maio de 1968, a revolução que não foi, mas venceu /premium

Maio de 1968 não chegou a ser uma revolução, até porque não tinha revolucionários, tinha contestatários. Talvez por isso mesmo ainda seja o ícone de uma geração saudosista dos tempos em que era jovem.
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Porque é que ainda discutimos Marx 200 anos depois

Karl Marx nasceu há 200 anos e o seu pensamento marcou indelevelmente o século XX. Com a queda do socialismo real disse-se que seria esquecido, mas não foi assim pois o seu espectro ainda paira por aí
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Que museu gostava de ver? Que tal das Descobertas?

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Polémica. Um Museu da História de Portugal? Seria excelente. Das Descobertas? Também faz falta. O que não faz falta é um debate importado que menoriza o que os portugueses fizeram nos séculos XV e XVI
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Que vale Macron um ano depois? E Trump aguenta-se?

Andaram de mão dada nos terraços da Casa Branca, mas é difícil imaginar políticos tão diferentes como Emmanuel Macron e Donald Trump. É boa altura para fazer um balanço de como ambos estão a governar
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O estranho ataque à Síria onde não morreu ninguém

Um raide cirúrgico e com pré-aviso, como se fosse só para assinar o ponto (ou mostrar os novos arsenais?). Depois, a reacção comedida da Síria e da Rússia. Porque foi tão estranho este ataque à Síria?
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Compreender a Hungria para compreender Órban

O sentimento nacional que Viktor Órban explorou nas eleições húngaras tem raízes na singularidade do povo magiar e numa memória histórica algo traumática. A UE fará mal se ignorar estas circunstâncias
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Há fuga do caldeirão da República Centro-Africana?

Este fim-de-semana soldados portugueses viram-se envolvidos num tiroteio na República Centro-Africana, Mas que estão eles lá a fazer? E há esperança para um país disfuncional em perpétua guerra civil?
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O que é o putinismo? Para onde é que ele nos leva?

Putin foi de novo eleito Presidente da Rússia, consolidando um regime centrado no culto do homem forte e que desdenha as regras das democracias liberais. Um regime com muitos inesperados admiradores.
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O que é o putinismo? Para onde é que ele nos leva?

Putin foi de novo eleito Presidente da Rússia, consolidando um regime centrado no culto do homem forte e que desdenha as regras das democracias liberais. Um regime com muitos inesperados admiradores.
I Guerra Mundial

Como chegámos à batalha de La Lys. E a perdemos.

Março de 1918: a Alemanha faz a paz com a Rússia em Brest-Litovsk. Um mês depois, com os soldados vindos da frente Leste, inicia a sua última ofensiva a Ocidente. Onde destroçou o contigente português
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Itália, ou ter toda a imaginação política do mundo

A Itália continua a ser um inesgotável laboratório de imaginação política capaz de surpreender os mais experientes. O que se entende ou não fosse o país de Maquiavel, Mussolini, Andreotti e Berlusconi
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Devemos pedir desculpa pelo nosso passado?

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Marcelo visitou em São Tomé o monumento às vítimas do massacre de Batepá, ocorrido em 1956. Houve uma homenagem, não um pedido de desculpa. Mas será que se deve pedir desculpa pela História dos povos?
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As crises silenciosas que desestabilizam a Europa

Nunca foi tão difícil formar um Governo na Alemanha e nunca Merkel esteve tão fragilizada. Nunca se imaginou que Berlusconi regressasse e fosse o menor dos males em Itália. Que se passa na Europa?
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Córsega: os desafios de mais um nacionalismo

Macron esteve esta semana na Córsega, a ilha francesa onde os partidos autonomistas e independentistas têm maioria. Fez poucas concessões mas abriu a porta a uma excepcionalidade corsa na Constituição
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Trump reinventou-se? Não: reinventou a Casa Branca

Para surpresa geral, o primeiro discurso do Estado da União de Trump até foi "presidencial". Mas o que é que isso significa? Que a Presidência Trump mudou mais na forma do que nas políticas de fundo.
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Estará a Espanha a entrar num beco sem saída?

Ninguém sabe como sair do impasse criado pela crise catalã. E também ninguém sabe como será a Espanha governada se o Ciudadanos se tornar o maior partido. É um tempo de incerteza e de muitos perigos.
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E se o Ultimato não tiver sido tão mau como isso?

A 11 de Janeiro de 1890 o Reino Unido obrigou Portugal a renunciar ao sonho do mapa cor-de-rosa. Mesmo assim a África colonial portuguesa foi um milagre para um país de apenas 5 milhões de habitantes.
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Foi há 600 anos que tudo começou. Em Porto Santo

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Foi em 1418. Depois da tomada de Ceuta, a descoberta e colonização de Porto Santo e da Madeira. Começava a gesta dos Descobrimentos. Mas porque é que Portugal se virou para o Atlântico e o mar aberto?
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Haverá esperança de reformas democráticas no Irão?

Multiplicam-se as manifestações de protesto no Irão e acentua-se a repressão. O quadro político ainda não é claro num país onde há complexo jogo de poderes mas que, em última análise, é uma teocracia.
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Trump mudou mesmo a política externa. E agora EUA?

A América de Trump tem uma nova Estratégia de Segurança Nacional que marca a ruptura com a tradição recente do país. Mas qual o real significado para o mundo deste anunciado "realismo com princípios"?
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Sidónio Pais, o presidente-rei que fascinou Pessoa

Sidónio Pais tomou o poder há 100 anos, morreu há 99. Foi um cometa na I República, um líder carismático que criou o sidonismo. Poderia ele ter antecipado o fascismo se não tivesse sido assassinado?
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Uma montanha de livros para o seu Natal

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Foram muitos os livros que tivemos em cima da mesa para o habitual programa de sugestões de Natal. Nele houve um pouco de tudo, da história à biografia, do ensaio ao romance e à ciência. A não perder.

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