Enquanto dormia… |
… explicávamos a nova estratégia de André Ventura para as presidenciais: radicalizar discurso e Gouveia e Melo como alvo. “Isto não é o Bangladesh.” A frase tem ecoado nas redes sociais nos últimos meses e tornou-se uma arma de marketing político da campanha eleitoral de André Ventura. O presidente do Chega colocou cartazes gigantes com o slogan e tem apostado tudo numa linguagem mais radical nos últimos dias. Objetivos: distanciar-se dos “candidatos do sistema”, centrar a corrida presidencial nele próprio e, não menos importante, vincar as diferenças em relação a Henrique Gouveia e Melo — que pode estar a conseguir seduzir alguns simpatizantes e eleitores do Chega. |
José Miguel Júdice será mandatário nacional de Cotrim. Júdice explica as motivações para apoiar a candidatura do antigo presidente da IL, assume que pensou em Seguro e fala sobre o porquê de não apoiar Marques Mendes ou Gouveia e Melo. Numa declaração exclusiva ao Observador, diz: “Agradeço a honra que o candidato que apoio me deu ao convidar-me para seu mandatário nacional.” |
No dia (e na hora) em que a venda do Novo Banco estava a ser assinada a instituição estava ao mesmo tempo a ser alvo de buscas da PJ. A investigação acredita haver suspeitas de corrupção na venda de ativos do Novo Banco. Gestor espanhol visado por vender herdade a sociedade de mulher. As buscas da PJ começaram à mesma hora em que estava a ser assinada o contrato de venda do Novo Banco ao BPCE, saíram notícias sobre essas buscas na instituição e o presidente executivo, que estava na primeira fila, antecipou saída e evitou jornalistas. Pode ver aqui as fotografias exclusivas. Às primeiras horas desta quinta-feira soube-se também que o Novo Banco lucrou 610 milhões em nove meses, repetindo o resultado homólogo. E que suspeitas recaem sobre a venda de ativos do Novo Banco? Ouça o novo episódio do podcast “A História do Dia” e fique a par tudo. |
Começou o julgamento da “Operação Lex” e a primeira sessão, que durou 1h37m de tempo efetivo, ficou marcada pelos recados do juiz e o julgamento que deve “servir de exemplo”. Conselheiro José Piedade mostrou pouca tolerância para com faltas e dispensas, mas a condução dos trabalhos da primeira sessão não se traduziu sequer em duas horas de julgamento. |
Entretanto, já pode ouvir o quinto (e penúltimo) episódio de “A eleição mais louca de sempre”. A história das míticas eleições presidenciais de 1986 entra num momento decisivo: Mário Soares faz um pacto com o inimigo, conseguindo assim o apoio do PCP, e dá-se o grande debate na televisão entre Soares e Freitas na RTP. |
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Até amanhã. |