Enquanto dormia… |
… O Observador publicava mais um episódio do podcast plus “Os Ficheiros do Caso Carlos Castro”. É o quarto episódio (para os assinantes do Observador os seis episódios estão todos já disponíveis) e nele conta-se como a relação entre Renato Seabra e Carlos Castro se começou a deteriorar antes do homicídio do cronista social. Os dois tinham um “contrato”, um quid pro quo, que não estava a ser cumprido. Renato Seabra não estava a conseguir ser modelo. |
Começava em Oakland, na Califórnia, o julgamento da ação em que Elon Musk pede uma indemnização de 150 mil milhões de dólares a Sam Altman e à Open AI, arrastando a Microsoft na acusação. O homem mais rico do mundo reclama que foi enganado na fundação da Open AI que prometeu um desenvolvimento de inteligência artificial a bem da humanidade. Musk já assumiu que não se trata de dinheiro e está disposto a entregar (se vencer) a compensação a obras sociais. Na primeira sessão de julgamento começou a escolher-se o júri. Muitos dos ouvidos assumiram que não gostam de Musk, mas a juíza acredita que isso não lhes tolda o julgamento. |
Melania Trump não gostou do comentário de Jimmy Kimmel na véspera do ataque a Donald Trump. O humorista disse que a primeira-dama dos EUA estava com um “brilho de quem está à espera de ficar viúva”. Melania acusa Kimmel de “retórica odiosa e violenta” com o objetivo de “dividir o país”. E une-se ao Presidente dos EUA a pedir a demissão do humorista. Já não é a primeira vez. Kimmel já explicou que a piada tinha o propósito de realçar a diferença de idades do casal Trump — e que o casal é que devia falar entre si sobre retórica odiosa — e não um apelo a um assassinato. |
Donald Trump recebe esta semana o Rei Carlos III e Camilla — numa altura de relação tensa entre Londres e Washington (como se explica na História do Dia). E já fez saber que não ficou satisfeito com a proposta do Irão para resolver o conflito do Médio Oriente. O Irão está a focar-se no Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos priorizam o programa nuclear. Vamos continuar a seguir a atualidade internacional ao minuto. |
Por cá, e em dia de apresentação por parte do primeiro-ministro do PTRR (o Plano de Resiliência e Recuperação made in Portugal), o presidente da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal), em entrevista ao Observador, critica a falta de apoios quer pelas tempestades quer pelo conflito no Médio Oriente. Álvaro Mendonça e Moura fala de “uma situação de profundo descontentamento que começa a chegar ao nível da revolta”. Sobre a reforma reforma laboral, diz não acreditar que a UGT vá apresentar propostas novas até à reunião da concertação social (a 7 de maio) porque a central sindical não tem condições internas para avançar com a reforma laboral e estranha a unanimidade na decisão de chumbo da UGT. |
O apagão da rede elétrica foi há um ano. Eram 11h33 de dia 28 de abril de 2025. Os estudos sucedem-se. Ontem foi apresentado o do Grupo de Acompanhamento Técnico (GAT) que tinha como missão a avaliar a resiliência do sistema. A conclusão? Há mais instabilidade por causa das renováveis mas não é só isso. O Contra-Corrente desta terça-feira vai debater o que aconteceu há um ano e o que se fez depois disso. É chegado o momento também de fazer contas e pedir as compensações. Falta a ERSE decidir se classifica o apagão como um evento excecional. |
“Correr não é apenas talento – é a tua sorte e o teu futuro”. Sebastian Kimaru Sawe ouviu esta frase do treinador no Quénia. E este fim de semana teve o seu epílogo. Sawe correu a maratona de Londres em menos de duas horas. Os ténis mais leves do mundo ajudaram, a resistência do queniano também. Foi apenas a quarta maratona de Sawe, que ganhou todas. Um intensivo plano de treino, muitos testes anti-doping e um pequeno almoço de duas fatias de pão, mel e chá foi o que o levou ao recorde. |
E por hoje é tudo. Nesta newsletter encontra a informação mais importante para o início de mais um dia que começa a trazer temperaturas mais baixas. O Observador continuará a atualizar todas as notícias no jornal, na rádio e nos canais no WhatsApp, no Instagram e no Facebook. Para descontrair, tem ainda os jogos Sudoku e AbraPalavra. Com o Mundial de 2026 cada vez mais próximo, temos duas sugestões: aponte o caminho do vencedor e faça a sua própria seleção nacional. |
Boa terça-feira |