Enquanto dormia… |
… analisávamos o telefonema de hora e meia entre Vladimir Putin e Donald Trump, que decorreu ontem. Nele, fica claro que o Presidente russo vai tentar esquivar-se da pressão do homólogo norte-americano, cedendo a pouco e tentando ganhar tempo. Até a proposta de cessar-fogo de 30 dias foi rejeitada, sendo substituída por um compromisso de não atacar infraestruturas energéticas — um alvo menos apetecível agora que o inverno está a chegar ao fim. O telefonema também foi o tema do último episódio de “A História do Dia”, onde Bruno Cardoso Reis explica como Trump caminha para uma paz à medida de Putin. |
Alexandra Leitão deu uma entrevista ao Observador, onde explicou que, embora defenda a reciprocidade na viabilização do Governo, o PS “tem de ponderar bem” caso o líder do PSD seja Luís Montenegro. Sobre o escândalo da Spinumviva, a líder parlamentar socialista diz que “seria ingénuo” não falar dele, até porque considera que o primeiro-ministro “é o responsável pela crise política”. |
A quatro dias das eleições para o Governo Regional da Madeira, Paulo Cafôfo está ao ataque a Miguel Albuquerque. Diz que o social-democrata abandonou a população para ir de férias durante os incêndios, usou os madeirenses como “escudo” inventando uma cabala do continente contra a região, paga empregos com o dinheiro da Madeira, envergonha Luís Montenegro e é um líder “fraco”. |
Depois do chumbo do relatório do Chega sobre a Comissão Parlamentar de Inquérito das gémeas, PSD e PS tentaram chegar a acordo. Após a cedência dos sociais-democratas, o texto diz agora que uma “intervenção especial pela Casa Civil da Presidência da República”, embora essa intervenção não tenha sido considerada ilegal. Do outro lado, com o voto contra do PS, o relatório conclui que o ex-secretário de Estado da Saúde António Lacerda Sales deu mesmo uma instrução direta à sua então secretária para esta marcasse uma consulta para as gémeas no Hospital de Santa Maria. O relatório final deverá ser discutido na tarde desta quarta-feira no plenário da Assembleia da República. |
Na Faixa de Gaza, houve uma nova vaga de ataques durante a noite, depois de o primeiro-ministro israelita ter garantido que a ofensiva militar é para continuar. A questão que se coloca é: por que decidiu Benjamin Netanyahu quebrar o cessar-fogo? |
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Boa quarta-feira! |